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Crédito Pessoal Flexibom

Visitámos o site de uma das mais conhecidas empresas de crédito pessoal em Portugal, a Flexibom para saber que produtos financeiros propõem nesta época do ano em que muitos portugueses procuram empréstimos para férias. A financeira oferece uma solução de crédito adaptável a todas as urgências dos clientes. Com o Crédito Pessoal Flexibom pode começar já preparar todos os detalhes para realizar os seus planos.

Crédito Pessoal Flexibom Light

Esta solução de crédito oferece os 2 primeiros meses com 0% juros. Tenha até 50.000€ para realizar os seus planos pessoais com flexibilidade, transparência e sem surpresas.

Características Crédito Pessoal Flexibom:

  • Montante: 5.000€ a 50.000€
  • Prazo: 12 a 96 meses
  • Sem despesas de abertura
  • 0% de juros nos dois primeiros meses.
  • Exemplo representativo: Para um crédito de 5.000€ a 60 meses. Duas 1ªs prestações no valor de 83,84€ (TAN 0,000%) e restantes no valor de 117,14€ (TAN: 13,956%), TAEG: 14,6%. Montante Total Imputado ao Consumidor: 6.961,74€

Vantagens Crédito Pessoal Flexibom

  • Financiamento até 100% do valor do bem a  adquirir
  • Crédito à medida do seu orçamento familiar
  • Possibilidade de antecipar a liquidação total ou parcial do crédito em qualquer altura,  diminuindo os seus encargos futuros
  • As prestações do crédito poderão ser debitadas na sua conta bancária habitual, não sendo necessário abrir uma nova conta
  • Flexibilidade na escolha da data do débito da  prestação do crédito
  • Possibilidade de subscrever cobertura de Incapacidade Temporária e Desemprego Involuntário ao Seguro de Vida
  • Rapidez na decisão – Simplicidade e  comodidade em todo o processo de   financiamento
  • Atendimento personalizado e dedicado, de Segunda a Sexta, das 09h00 às 21h00.

A Flexibom é seguramente uma das mais conhecidas financeiras nacionais. A sua oferta de produtos na área dos créditos rápidos é sobejamente conhecida.  Visite o site Credito Pessoal Flexibom: http://www.flexibom.pt/

Vale a pena pedir um crédito pessoal com a crise à porta?

Com os sintomas de crise a agudizarem-se em toda a Europa e hoje mesmo com a afirmação do Presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, de que «Portugal não é a Grécia, essa é uma evidência incontestável» aquando da sua visita a Lisboa, a verdade é que os tempos não estão fáceis e a perspectiva de crise, subida das taxas de juro e menos dinheiro no final do mês, começam a pesar na decisão de pedir ou não um crédito pessoal.

Algumas das famílias portuguesas que utilizam este produto financeiro fazem-no porque é simples, rápido e consegue-se pagar as prestações com alguma tranquilidade.

Mas se amanhã as taxas de juro dispararem, o que iria acontecer? Muitas famílias iriam sofrer um aumento da sua prestação da casa, por exemplo, e ficariam com menos verbas para pagar os créditos pessoais.

Esta situação é bem real, e são cada vez mais os portugueses endividados por causa dos créditos.

Agora que sabemos que a crise está para durar, que as taxas de juro irão subir em breve, e que o dinheiro vai ficar mais caro, é tempo de analisar com frieza se vale mesmo a pena pedir mais um crédito pessoal.

Taxas Euribor subiram antes da reunião do BCE

As taxas Euribor a 3 e 6 meses seguiram a subir na segunda-feira, segundo o «fixing» diário da Federação Europeia de Bancos.

A Euribor a seis meses, o principal indexante do crédito à habitação em Portugal, sobe 0,002 pontos para 0,978% e a indexante a 3 meses avança 0,005 pontos para 0,677%.

A taxa a 12 meses, por sua vez, permaneceu inalterada nos 1,242%.

Recorde-se que as taxas Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de bancos está disposto a emprestar dinheiro no mercado interbancário.

fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

BCE mantém taxa de juro

A deliberação, comunicada pelo Banco Central Europeu (BCE), já era esperada pelo mercado e acontece numa conjuntura de elevada tensão na zona euro, sobretudo por causa das dúvidas quanto ao plano de ajuda à Grécia no valor de 110 mil milhões e os receios de um contágio da crise helénica a outros países da região, tais como Portugal e Espanha.

Aguarda-se agora pelo habitual ‘briefing’ com Trichet, marcado para as 13h30, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. A crise grega será, certamente, um dos temas em discussão.

O recente corte do ‘rating’ de Portugal, Espanha e Grécia, por parte da Standard & Poor’s, também deve merecer um comentário do banqueiro.

O BCE vai estar ainda debaixo de fogo por ter quebrado as suas próprias regras para acudir a Grécia, ao ter definido que, por tempo incerto, as obrigações do Tesouro grego serão válidas como paraleas, seja qual for o ‘rating’ da dívida helénica.

Fonte: DE